por SB Comunicação | 5 \05\America/Sao_Paulo maio \05\America/Sao_Paulo 2023 | Notícias
O processo de alta segura deve ter início no momento da internação do paciente e é fundamental que familiares e cuidadores sejam treinados para o tão esperado momento de voltar com o paciente para casa. O alerta foi feito da nutricionista especialista em Cuidados Paliativos, Flávia Fonseca, na palestra de abertura do I Simpósio de Desospitalização do Hospital São Francisco na Providência de Deus (HSF-RJ), intitulada ‘Gerenciando o processo de desospitalização’. Em sua fala, ela ainda destacou a importância do envolvimento de uma equipe multidisciplinar no processo de desospitalização. De acordo com a especialista, todos os agentes devem atuar de forma a treinar o próprio paciente e seus familiares e acompanhantes para que a alta seja, de fato, segura. “Capacitar cuidadores e familiares significa empoderar essas pessoas. E é importante que a orientação de alta não seja prestada no momento da saída do paciente. Essa comunicação tem que ser feita ao longo da internação, de forma clara, para reduzir o risco de complicações. O cuidador deve ser treinado para identificar problemas”, salienta.
A programação contou ainda com a mesa-redonda ‘O olhar da equipe multidisciplinar perante a desospitalização’, que reuniu profissionais de diversas áreas. A médica Ana Chermont, coordenadora médica do Solar Cuidados em Saúde, empresa voltada à atenção e internação domiciliar, salientou a importância da criação de uma rede social de suporte para a continuação do cuidado em casa e da organização de um ambiente seguro não só para o paciente como para a equipe que irá acompanhá-lo durante o processo de reabilitação. A fonoaudióloga Letícia Figueiredo, que tem pós-graduação em gerontologia, destacou que a especialidade é responsável por auxiliar o paciente a se comunicar e também a se alimentar. Ela também falou sobre a importância do trabalho conjunto da equipe multidisciplinar no pós-alta: “Não adianta querer servir sopa a um paciente que não gosta de sopa. É preciso adaptar a dieta ao que o paciente deseja”. A terapeuta ocupacional Denise Basseti, que também é pós-graduada em gerontologia, falou sobre sua atuação dedicada a desenvolver autonomia e independência dos pacientes. “Nesse sentido, passo orientações às famílias em relação à adaptação de talheres para que o paciente possa se alimentar sozinho e também ao vestuário, pois muitos não conseguem usar roupas de botão, então sugerimos a troca por velcro, por exemplo. A fisioterapeuta Julia Ferrari lembrou que a desospitalização proporciona ao paciente a possibilidade do resgate de sua vida social, por estar de volta em seu ambiente domiciliar.
A importância da participação da família no processo de desospitalização e organização da nova rotina familiar foi o tema tratado pela psicóloga Larissa Genaro, mestre em saúde mental, e pela assistente social Fabiana Correia, pós-graduada em Geriatria e Gerontologia. “Esse preparo da família para a nova realidade do paciente que retorna à casa é fundamental. Pela minha experiência, é possível perceber que a sociedade não tem preparo físico, cultural e emocional para esse cuidado, que no caso de pacientes idosos vai até o fim da vida. Nós não fomos criados para encarar e lidar com doenças. É uma realidade difícil e é preciso dialogar, discutir o dia-a-dia e orientar, ou seja, temos que trazer a família para dentro do cuidado”, afirmou Fabiana. A palestra ‘Cuidados e adaptação do domicílio no pós-alta’, apresentada pela enfermeira especialista em Estomaterapia Eide Nascimento encerrou a programação do evento.
A gerente de enfermagem Michelle Estefânio, integrante da comissão de organização do evento, comemorou a realização do I Simpósio. “Ficamos muito satisfeitos com o público que participou da nossa programação. Atingimos nosso objetivo de trazer a mensagem de que a desospitalização é um processo importante, que deve ser feito de forma segura e humanizada, e para isso contamos com profissionais convidados de diversas áreas. Já estamos ansiosos para a realização do 2º Seminário sobre o tema, no ano que vem”, disse.
O evento contou ainda com a participação do diretor geral da unidade, Frei Isaac Prudêncio, que agradeceu a troca proporcionada pelos especialistas convidados e destacou que a desospitalização segura e humanizada é um desafio que deve ser encarado por uma equipe multidisciplinar comprometida com a continuidade do cuidado ao paciente.
O I Simpósio de Desospitalização do Hospital São Francisco na Providência de Deus contou com o patrocínio de Nestlé, Multinep e Coloplast.


por SB Comunicação | 19 \19\America/Sao_Paulo abril \19\America/Sao_Paulo 2023 | Notícias
O tão esperado momento da alta hospitalar pode gerar medo e insegurança, sobretudo em familiares e acompanhantes de pacientes idosos. Com o objetivo de orientar equipes de assistência e difundir informações relevantes para alta segura a familiares e cuidadores, o Hospital São Francisco na Providência de Deus (HSF) promove, no próximo dia 26, o I Simpósio de Desospitalização: um olhar humanizado para a alta hospitalar, evento gratuito e aberto ao público.
A escolha do tema do Simpósio se deu a partir de experiência na Unidade de Transição de Cuidados do HSF, inaugurada em janeiro de 2022 e especializada em cuidados paliativos, reabilitação e transição de cuidados de pacientes em fase pós-aguda que necessitem de cuidados exclusivos. “Observamos, principalmente entre os pacientes idosos, maior necessidade de assistência e continuidade do cuidado em domicílio após a alta hospitalar. Em alguns casos, notamos uma certa resistência com o processo de desospitalização, um certo receio em dar continuidade no cuidado domiciliar”, afirma a coordenadora da fisioterapia Arminda Rodrigues, uma das organizadoras do evento. “Nossa meta é melhorar a comunicação entre as equipes e familiares de pacientes. Com isso, será possível diminuir as internações e reduzir o risco de infecções”, pondera a gerente de enfermagem Michelle Estefânio, que também organiza a programação junto com a psicóloga e coordenadora do Polo de Atenção Integral à Saúde Mental Caroline Oertel e a coordenadora de Nutrição Andressa Silva.
Elaborada com o intuito de oferecer informações relevantes sobre o assunto para a atualização de familiares e cuidadores, a programação conta com especialistas convidados que irão abordar os diversos aspectos da desospitalização. A nutricionista especialista em Cuidados Paliativos, Flávia Fonseca, irá abrir a programação com a palestra ‘Gerenciando o processo de desospitalização’. Em seguida, profissionais de diversas áreas irão participar da mesa redonda ‘O olhar da equipe multidisciplinar perante a desospitalização’.
A importância da participação da família no processo de desospitalização e organização da nova rotina familiar será abordada pela psicóloga mestre em saúde mental Larissa Genaro e pela assistente social Fabiana Correia, pós-graduada em Geriatria e Gerontologia. “Esse preparo da família para a nova realidade do paciente que retorna à casa é fundamental. Pela minha experiência, é possível perceber que a sociedade não tem preparo físico, cultural e emocional para lidar com esse cuidado, que no caso de pacientes idosos vai até o fim da vida. Nós não fomos criados para encarar e lidar com doenças. É uma realidade difícil e é preciso dialogar, discutir o dia-a-dia e orientar, ou seja, temos que trazer a família para dentro do cuidado”, afirma Fabiana. A palestra ‘Cuidados e adaptação do domicílio no pós-alta’, apresentada pela enfermeira especialista em Estomaterapia Eide Nascimento encerra a programação do evento.
O I Simpósio de Desospitalização do HSF conta com o patrocínio de Nestlé, Multinep e Coloplast. Os interessados podem ter outras informações pelo e-mail: simposiodesospitalizacao.hsf@gmail.com. Inscrições neste link.
por SB Comunicação | 21 \21\America/Sao_Paulo março \21\America/Sao_Paulo 2023 | Notícias
Uma década dedicada a transformar vidas. Desde fevereiro de 2013, cerca de três mil pessoas que aguardavam por um transplante de rim ou de fígado para recuperar a saúde e a qualidade de vida ganharam uma nova chance de viver plenamente. Todas tiveram a experiência de serem atendidas no mais importante centro transplantador do estado do Rio de Janeiro: o Hospital São Francisco na Providência de Deus (HSF). A unidade mantém o maior serviço de transplante renal e segundo maior em transplante hepático do estado, de acordo com a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos e Tecidos (ABTO). Os dez anos do serviço no HSF foram comemorados com a celebração de uma missa em Ação de Graças e homenagens aos primeiros pacientes transplantados e aos coordenadores do serviço de transplantes do hospital.
“Nosso setor de transplantes é a maior expressão de amor e faço votos de que essa celebração se perpetue por mais 10, 20, 30 anos”, afirmou Frei Isaac Prudêncio, diretor geral do HSF, durante a cerimônia religiosa. “Ao celebrarmos os dez anos deste nobre serviço, estamos festejando a vida, que é um dom de Deus, um presente. Nesse percurso, tivemos dificuldades e desafios, mas seguimos em frente e é com alegria que posso dizer que nosso serviço mudou a vida de muitas pessoas diretamente e de tantas outras indiretamente, que são os parentes e amigos de quem recebeu um novo órgão por transplante”.
Foi o que aconteceu com Leandro Carqueja (renal) e Eliana de Oliveira (hepático), os primeiros pacientes que receberam um novo rim e fígado no HSF, respectivamente. Leandro conta que após o transplante passou a ter uma vida normal, sem as restrições impostas pela diálise. “Antes, eu só conseguia empregos de meio período. Hoje, tenho vida normal: acordo cedo, tomo meu café e as medicações e vou de casa para o trabalho. Faço caminhada todos os dias”, conta.
Eliana também lembra as dificuldades que passou enquanto esperava pelo novo fígado: “eu fiquei com o corpo coberto de feridas e a pele escurecida. Tinha muita vergonha de sair de casa. Eu sonhava em voltar a trabalhar, sair de casa e ir à praia. Hoje, dez anos depois, às vezes até esqueço que sou transplantada”, confessa.
O sucesso deles e dos quase três mil pacientes deve-se a equipe de transplantes do HSF, que conta com nove cirurgiões, oito anestesistas, oito hepatologistas clínicos, 16 nefrologistas e dois urologistas, além de enfermeiras e assistente social. Juntos, a equipe e a direção, não medem esforços para que o transplante seja um sucesso e devolva a esperança de vida aos pacientes. “A maioria dos centros transplantadores interrompeu as cirurgias no auge da pandemia, mas nós mantivemos os atendimentos. Com perseverança, fé e persistência, e chegamos até aqui”, diz Frei Isaac.
Assim como os primeiros transplantados no hospital, Leandro e Eliana, os chefes das equipes de transplantes renal e hepático foram homenageados com a entrega de uma placa comemorativa: as nefrologistas Deise de Boni Monteiro de Carvalho e Tereza Matuck, respectivamente, coordenadora e subcoordenadora da equipe que mais faz transplantes renais no estado do Rio de Janeiro e o cirurgião Eduardo Fernandes, coordenador do serviço de transplantes hepáticos e das equipes cirúrgicas de transplantes renais do hospital.
Deise de Boni celebra o sucesso do serviço e atribui os resultados a uma combinação de fatores. “Temos um hospital acolhedor que abraçou a causa do transplante. Nossas equipes são especializadas e experientes e atuam de forma integrada e comprometida. além de estarem sempre atualizadas por meio de ações de educação continuada e participações em congressos, cursos e pesquisas”, afirma a médica que é uma das fundadoras da ABTO.
Fernandes ressalta que são muitos os motivos para celebrar esses 10 anos de serviço. “Estamos entre os dez maiores centros de transplantes de fígado do Brasil, com uma média de 80 procedimentos/ano. Temos um serviço reconhecido em todo o país e entre 10 e 15% dos pacientes que atendemos vêm de outros estados. Somos referência na regulação e atendemos pacientes de vários municípios do Rio, alguns muito graves. Uma das nossas principais características é realizar transplantes complexos e nossos pacientes têm uma taxa de sobrevida superior à média nacional”, relata, com orgulho o médico, que também é professor do Departamento de Cirurgia da UFRJ.
O HSF também mantém funcionando a Organização de Procura de Órgãos (OPO Norte). A equipe atua desde a identificação do doador falecido, passando pelo implante e pelo acompanhamento do receptor.
Para se candidatar a um transplante, o paciente deve procurar uma das equipes credenciadas pelo Ministério da Saúde, via Sistema Nacional de Transplantes, que irá fazer o encaminhamento a um centro transplantador. O paciente tem a opção de escolher a unidade onde gostaria de ser transplantado.
por SB Comunicação | 6 \06\America/Sao_Paulo janeiro \06\America/Sao_Paulo 2023 | Notícias
Ano novo é tempo de festa, férias, diversão, mas é também tempo de reflexão, planejamento e atenção à saúde mental. A campanha do Janeiro Branco traz um importante alerta para a conscientização da população sobre os cuidados com a saúde mental e emocional. Alinhado a esta iniciativa, o Hospital São Francisco na Providência de Deus (HSF-RJ) promove, entre os dias 9 e 12 de janeiro, palestras gratuitas e abertas ao público, com foco neste tema, além de aulas de yoga. “Falar abertamente sobre questões relacionadas à saúde mental é uma necessidade. Sobretudo depois da pandemia, que provocou o aumento de casos de ansiedade e depressão. Pensamos nesta programação especial para, de alguma forma, contribuir para melhorar a qualidade de vida de tantas pessoas que precisam de cuidados especiais”, adianta o diretor geral do Hospital São Francisco na Providência de Deus, Frei Isaac Prudêncio.
O tema do Janeiro Branco de 2023 é ‘Saúde mental tem jeito sim, mas você precisa saber o que fazer!’. Para isso, o primeiro passo é divulgar informações sobre a questão, de acordo com Ana Caroline Lemos, coordenadora de Psicologia do HSF e organizadora das palestras. “Quando disseminamos e discutimos o tema, abrimos espaço para que dúvidas e pré-conceitos sejam desmistificados e esclarecidos. Outro ponto muito importante é possibilitar identificar pessoas que precisam de ajuda”, afirma ela.
Ana Caroline destaca que a saúde mental está diretamente ligada à forma como lidamos com as emoções, sentimentos, frustrações, desafios e mudanças. “Trata-se de uma construção diária. Falar sobre saúde mental nos possibilita criar novas ferramentas e estratégias para lidar com os obstáculos que fazem parte do nosso dia a dia”.
Referência em saúde mental
O HSF oferece, há 9 anos, internação psiquiátrica no Polo de Atenção Integral à Saúde Mental Papa Francisco (PAI). Recentemente, por aumento da demanda, o atendimento foi estendido a jovens a partir dos 12 anos e foi criada a emergência psiquiátrica 24h. A psicóloga Caroline Oertel, que coordena o PAI destaca que a saúde mental vai muito além do acompanhamento psicológico e psiquiátrico. “Aqui, contamos com uma equipe multidisciplinar, formada por médicos, enfermeiros, psicólogos, educador físico, nutricionista, terapeuta ocupacional e assistente social. A atuação desses profissionais possui significativo impacto na saúde mental e no bem estar dos nossos pacientes”, explica. Ela reforça que a internação é apenas o início do tratamento e que a adesão dos pacientes ao tratamento recomendado é fundamental para evitar novas reinternações.
Programação
Além de ações internas, com rodas de conversa e caminhadas com os pacientes, haverá palestras no auditório do hospital e aulas de yoga na Praça Papa Francisco. No dia 9, às 15h, parte da equipe do PAI vai apresentar a palestra ‘Cuidando de quem cuida’, abordando a importância dos cuidados também com os profissionais de saúde. No dia 10, também às 15h, a psicóloga Katiane Alves dos Santos, que é especialista em saúde mental e psicologia médica pelo Hospital Pedro Ernesto (UERJ), vai falar sobre o tema ‘Saúde mental e autocuidado:entrelaçando redes”. E nos dias 11 e 12 serão oferecidas aulas de yoga na Praça Papa Francisco, em dois horários: das 10h às 11h e das 15h às 16h. O Hospital São Francisco na Providência de Deus fica na Rua Conde de Bonfim, 1033.
por SB Comunicação | 27 \27\America/Sao_Paulo dezembro \27\America/Sao_Paulo 2022 | Notícias
O Núcleo ESTAR de Cirurgia Bariátrica e Metabólica do Hospital São Francisco (HSF) realizou um encontro de final de ano com o grupo de pacientes atendidos no hospital, para comemorar os resultados do serviço. Aproximadamente 100 pacientes, entre operados e que ainda estão em preparo, puderam acompanhar apresentação musical da Pastoral da Saúde e palestra com o chefe do serviço, o médico Fernando de Barros.
Frei Isaac Prudêncio abriu a reunião comentando o sucesso alcançado pela equipe e pelos pacientes. “O Programa trouxe bons frutos para o paciente, que teve sua vida transformada com a cirurgia, e para o hospital, que pode cumprir sua missão, que é a de atender com humanização e preocupação todos os enfermos. Esse acolhimento nos faz crescer enquanto seres humanos e enquanto equipe”, declarou o diretor geral do hospital.
Além das lideranças, a reunião contou com a presença de toda a equipe multiprofissional do serviço, que reúne nutricionistas, psicólogas, clínicos, assistentes sociais, endocrinologistas, educador físico e cirurgiões. Durante o encontro, o chefe do Núcleo ESTAR explicou a importância do tratamento multidisciplinar para o paciente obeso, as técnicas utilizadas e a chegada do paciente desde a fila do SUS. O médico também esclareceu as dúvidas dos pacientes. “O encontro foi uma maneira que a gente teve de aproximar e estreitar mais a relação do nosso grupo de paciente com a nossa equipe multiprofissional. Acredito que isso dá engajamento para os pacientes continuarem a jornada no pós-operatório, que faz toda a diferença no resultado do tratamento deles”, afirmou o cirurgião.
Danúbia Azevedo, uma das pacientes já operada, disse estar grata pelo acolhimento recebido no hospital e feliz por ter melhorado sua qualidade de vida. “Quando fiz minha primeira consulta, tive a certeza que estava em um lugar especial, com pessoas especiais. Quando cheguei no São Francisco me senti acolhida, desde a portaria às meninas do administrativo do setor da bariátrica e todos os profissionais da equipe. Me senti muito segura para todo o processo. E hoje sou extremamente grata pela oportunidade. Me sinto cada dia mais feliz e realizada”, declarou.
Para Luciana Moreira, outra paciente que fez a cirurgia, disse que o tempo de espera na fila do SUS valeu a pena: “Foi cansativo, difícil, mas foi muito bom ir para o Hospital São Francisco, porque eu fui muito bem acolhida e abraçada, do pessoal da guarita até a equipe médica. O acompanhamento que a gente tem com o psicólogo, com a nutricionista e as revisões que a gente vai todo mês são muito importantes. E essas reuniões nos ajudam a tirar dúvidas e trocar experiências.”
Para confraternizar e comemorar as vitórias individuais e coletivas do ano, o encontro terminou com um lanche especial para os participantes.